sexta-feira, 30 de julho de 2010

O coaching organizacional colabora com a mudança da cultura da empresa




Cultura é o conjunto de hábitos e valores praticados num ambiente organizacional. É dinâmico e precisa ser reescrito de tempos em tempos. Os protagonistas, aqueles que assumem seu papel com propriedade, são os grandes agentes de mudança neste caso. Eles assumem os valores e a missão da empresa como se fossem seus, agem como fossem donos do negócio. É o sonho de qualquer CEO. Os que adoram o conforto da platéia acabam sendo um peso para as organizações, porque resistem, sabotam e tornam o processo mais moroso e caro em todos os aspectos.

Pontos importantes:

  • Clareza – é importante que principalmente os líderes tenham clareza de como a organização funciona, qual o fluxo da comunicação e dos processos. Neste caso, os CEOs precisam ser os primeiros a seguir disciplinadamente o fluxo, ou deixam os liderados diretos confusos, frustrados e com receio de agir ou tomar decisões. O risco é que se estabeleça a gestão de medo ou que os liderados não tenham a performance de seniores nunca. O líder perfeccionista ou centralizador acaba cercado de líderes juniores e sem maturidade.
  • Desing aberto –organograma engessado é um dos elementos para que as pessoas não assumam suas responsabilidades e não trabalhem pela mudança.
  • Controle – o modelo “chefe”, comando e controle é falido e já provou que não funciona. Os colaboradores precisam ser incentivados a trabalhar nas soluções e empoderados para trabalhar pelas suas causas.
  • Apoio para o desenvolvimento – pessoas não se desenvolvem só pela experiência. Elas precisam aprender e ter ajuda adequada. Exigir competências que não foram desenvolvidas é totalmente insano.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Competências que faltam nos líderes atuais


Os líderes atuais de alta gerência têm habilidades técnicas satisfatórias, habilidades estratégicas limitadas e conhecimento sobre ativos intangíveis insuficientes. Uma das competências mais importantes em déficit é o reconhecimento de que líderes precisam abrir espaço nas agendas para atualizar o conhecimento, especialmente no que até hoje era considerado função do RH: Gestão de Pessoas. Nenhum grande líder atual conseguirá sucesso nos próximos anos se não aprender e não priorizar o envolvimento direto com este assunto.

Como mudar um modelo consolidado sem considerar que é preciso renovar-se de tempos em tempos? O que sabíamos até o ano passado vale muito pouco perto do que precisamos este ano para liderar. Fala-se muito e faz-se pouco. A maioria está presa a número e a resultados imediatos pouco sustentáveis. Fórmula de insucesso. A demanda mudou, o nível de conhecimento das pessoas mudou, assim como as necessidades.

Pesquisas e pesquisas são lançadas no mercado tentando nos mostrar receitas prontas, passos, dicas, fórmulas. Não funciona. A ciência hoje oferece possibilidades infinitas de desenvolvimento e poucos as aproveitam, especialmente por ainda estarem presos a modelos ultrapassados e ineficazes. O texto abaixo se refere a algumas habilidades escassas nos líderes atuais e acreditem, nenhum MBA as ensinará a você. O assunto do momento é comportamento humano e organizacional.

Enquanto você não souber o que é, perderá o jogo. É simples: jogar sem saber as regras tem pouca chance de sucesso.

COMPETÊNCIAS MAIS DESEJADAS PARA OS LÍDERES DO SÉCULO 21

Empresas latino-americanas sentem falta de líderes capazes de...


  • Criar o novo 56%

  • Comunicar-se efetivamente 54%

  • Tomar decisões complexas 48%

  • Inspirar os demais 47%

  • Realizar tarefas por meio de terceiros 45%

  • Tomar decisões difíceis sobre pessoas 44%

      FONTE_PESQUISA DA KORN / FERRY BASEADA EM 365 ENTREVISTAS COM EXECUTIVOS DE OITO PAÍSES LATINO-AMERICADO

    segunda-feira, 26 de julho de 2010

    Lições do povo mais feliz do mundo, mesmo com 50% de imposto



    O povo dinamarquês é considerado o povo mais feliz do mundo. E paga 50% de imposto.

    Na Dinamarca, a carreira é escolhida com base naquilo que você gosta de fazer e nos seus valores, não nos ganhos ou altos cargos que você consiga conquistar. Os profissionais saem do trabalho por volta de 16 ou 17 h, e vão para casa passar o restante do tempo com a família, porque esta é uma das coisas mais importantes para os dinamarqueses. O modo de vida é simples, pois para eles ter menos significa viver mais. O sucesso é medido pela criatividade e pelo quanto as pessoas sentem-se felizes e equilibradas com suas vidas, não pela quantidade de dinheiro, bens e títulos acumulados.

    Na rotina, simplicidade com sofisticação, inteligência e acima de tudo, equilíbrio pleno entre as diversas áreas da vida. Não existe o medo de ficar desempregado ou de não ter condições para o sustento, porque o governo dá a seu povo o suporte necessário, além de ajudá-los na recolocação.

    Como um povo jovem que somos, acredito que temos muitas lições a aprender. Certamente um dia chegaremos às mesmas conclusões que os dinamarqueses: que o importante na vida não é o que nos tem motivado nos últimos anos e sim algo que poucos ocidentais já descobriram: não importa onde você mora, a felicidade está nas coisas realmente importantes pra você. Podemos começar não esquecendo quais elas são de verdade. Se você ainda não sabe, trate de descobrir.

    Sucesso a todos.

    sexta-feira, 23 de julho de 2010

    O líder e suas limitações


    Os líderes atuais sabem que precisam aprender e desenvolver-se como gestores de pessoas. Na maioria das vezes, não sabem nem por onde começar ou o que exatamente é gerir pessoas. Quando perguntamos qual será seu legado como líder, quais as competências que eles estão desenvolvendo para melhorar sua liderança, como estão colocando estas competências em prática em momentos de crise, como eles reagem e o que esta reação causa nos seus liderados a curto, médio e longo prazo eles normalmente não tem respostas claras, só desculpas.

    A liderança antiga era mais simplista. A demanda mudou, o acesso ao conhecimento dos liderados, a quantidade de informação disponível, a real necessidade dos liderados e surgiu a necessidade de produzir mais com menos esforço.

    Os novos líderes precisam ter uma causa, um propósito muito maior que o objetivo pessoal. Liderança é um processo de influência. Liderar é influenciar os outros para que eles liberem seu poder e seu potencial de forma a impactar o bem maior. É gerar "empoderamento" ao liderado.

    Quanto mais alto o cargo, menos o gestor acha que precisa aprender ou mudar. Erro grave que reflete em todo processo e no resultado. O aprendizado começa do topo, e escoa pela empresa. O aprendizado vem da prática diária, não do conhecimento da teoria.

    Temos visto nas empresas equipes que declaram independência, e entram na curva ascendente de performance sem esperar que a empresa ou o líder os apóiem. E funciona. Talvez no futuro, esta equipe, ou os melhores dela, demitam-se do chefe ou contaminem o chefe com a mudança.

    Pessoas desenvolvidas exigem mais de seus superiores e da empresa. e esta é uma dinâmica que só tende a aumentar, portanto, não perca tempo. Desenvolva-se antes que seja obrigado a fazê-lo.

    Jaqueline Weigel - senior coach organizacional

    quarta-feira, 21 de julho de 2010

    Afinal, o que é liderar hoje em dia?


    Os lideres atuais tem encontrado dificuldades com o fator humano. Um gestor de projetos é na verdade um gestor de pessoas. Desde que a competição deixou de ser local, o nível de exigência aumentou. Competimos hoje de forma globalizada. No entanto, os lideres precisam ser mais agradáveis, um modelo e um instrumento de desenvolvimento.

    Os treinamentos corporativos precisam ser revistos porque estão defasados, assim como todo nosso sistema de educação. Promovemos as mesmas atividades do passado e o público mudou. Para ir ao próximo nível os lideres precisam construir equipes auto-suficientes e efetivas, que leva as pessoas ao nível de maturidade maior.

    A capacidade de equilibrar a firmeza, sensibilidade e sabedoria formam um líder coach. Sabendo que nas empresas o desenvolvimento não era um valor até pouco tempo é preciso que o líder o implemente. É comprovado que as pessoas não priorizam no uso de seu tempo seu próprio desenvolvimento e se arrependem mais tarde.

    Liderar significa influenciar, conduzir. As equipes precisam compartilhar uma visão comum ou nada fará diferença. Gestores com falta de visão clara, constroem equipes caóticas. Uma visão possibilita escolhas mais acertadas e ela é construída através de confiança, cooperação, interdependência e motivação.

    segunda-feira, 19 de julho de 2010

    Liderança se aprende


    A neurociência hoje nos prova que liderança se aprende. No momento atual, os líderes sabem que ser bons técnicos não é mais suficiente para ser um bom líder. As empresas cobram que ele seja gestor de pessoas, mas não investem em educação continuada e preparo adequado para que ele o seja. É preciso estudar conceitos básicos sobre comportamento humano e organizacional. Sem isso, até o desenvolvimento passa a ser fragmentado não total.

    sexta-feira, 16 de julho de 2010

    Inovação versus rotina


    "A inovação costuma constar no planejamento estratégico, mas não na ação das empresas. Com as demandas do dia a dia, o assunto acaba escorregando para 'amanhã'. O comportamento organizacional mostra que os indivíduos se comportam de acordo com sua percepção de risco. Apresentar situações como ameaças geram mais energia que como oportunidade. O medo de perder é maior que a motivação de ganhar. Sem ameaça no horizonte, os gestores fixam-se no 'hoje'" (Daniel Kahneman)

    O que recebe recursos é o que é feito. Quando o investimento é feito para manter e não para inovar, a empresa acaba ficando no mesmo patamar. É preciso convencer os gestores e as equipes que não inovar é uma grande ameaça, não mais no longo prazo, mas sim no médio.

    quarta-feira, 14 de julho de 2010

    Não cobre sua equipe, desenvolva-a



    A equipe é o reflexo do líder. O coaching de equipe trabalha a equipe como um sistema vivo e dinâmico. Existem regras faladas e não faladas, a neutralidade no processo é necessária para extrair da equipe os reais fatores que promovem o espírito de equipe. O grupo sempre tem uma dificuldade que a empresa ou o líder não percebem. Na maioria das vezes os lideres não mergulham fundo nas questões de suas equipes.



    Nos cases aplicados, percebemos que a maioria das equipes não tem clareza real do objetivo corporativo. O resultado disso é a falta de comprometimento profundo com as metas, o que gera vários outros comportamentos nocivos. A liderança precisa compartilhar com a equipe as metas, os objetivos, os impactos e os riscos, muitas vezes pensa que o faz muito bem, mas nas investigações descobrimos que está comunicação é precária.

    Os principais problemas de um time corporativo no cenário atual: ser multifuncional, estar numa estrutura departamental, ser alocado por projetos, muitas vezes trabalha de forma virtual, sofre a pressão que existe para que estes diferentes times produzam resultados num curto espaço de tempo, com uma demanda muito acima de sua capacidade.



    A missão de um coach de equipe é inspirar times de forma sustentável. A provável entrega de um processo de coaching de equipe é um time mais focado, alinhado e de alta performance. Algumas variáveis influenciam este resultado: times fracos em sua natureza, falta de conhecimento básico sobre negócios, falta de apoio efetivo do líder e dos processos da empresa. Líderes bons formam times bons, encontramos times bons com liderança ruim, mas é exceção. Assim como encontramos líderes bons, com times fracos, que também é exceção.



    O coach investiga as competências que faltam nas equipes, promove a melhor interação para produzir mais resultados em menos tempo. Esclarece que o time existe para produzir resultados e precisa relacionar-se para ter motivação e construir ações sustentáveis.



    As bases do Coaching de Equipe são produtividade e positivismo. A organização mais bem sucedida nos próximos 20 anos serão as que aprenderam a maximizar o poder do time. O trabalho em equipe explora nuances entre gerenciar um grupo de indivíduos e liderar um sistema vivo. Ensinamos o líder a trabalhar com times dando ênfase a produtividade e dando condições de se criar um ambiente positivo.



    O Team Coaching, em português Coaching de Equipe, é a próxima fronteira para o segmento de coaching e desenvolvimento organizacional. Times produzem resultados que indivíduos não conseguiriam sozinhos. Alguns processos de Assessment trabalham as competências do grupo, mas não implementam o espírito de equipe.



    Um líder competente dirá o seguinte: "O que importa são as pessoas". Um incompetente irá dizer: "O que importa é o lucro". Os melhores líderes dedicam sua vida profissional a ajudar as pessoas a descobrirem seus verdadeiros talentos de modo que isso reflita em quem está ao seu redor.

    12 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO

    1. Faça das pessoas sua maior prioridade.
    2. Seja um exemplo.
    3. Estabeleça objetivos, sonhe.
    4. Contrate os melhores.
    5. Pague o salário mais competitivo.
    6. Personalize seus relacionamentos.
    7. Demonstre confiança em sua equipe.
    8. Comunique-se.
    9. Incentive o aprendizado.
    10. Saiba o que deseja ser na vida.
    11. Aceite sugestões.
    12. Avalie o que é importante.

    CONSTRUA UMA EQUIPE MOTIVADA
    Quem gostaria de ser influenciado e inspirado por você? Esta é uma pergunta-chave. A realidade é que as pessoas só ficam motivadas a fazer o que é de seu interesse. A motivação é uma responsabilidade de todos.
    Fonte: Weigel Coaching, Team Coaching International e ICF (International Coach Federation)

    segunda-feira, 12 de julho de 2010

    10 Principais erros no trabalho em equipe

    Cada vez mais o mercado de trabalho exige dos profissionais excelência em comunicação e facilidade para trabalhar em equipe. Ocorre que em boa parte dos casos o sucesso no desempenho dessas tarefas esbarra na falta de bom senso e de limites entre o que pode ou não ser feito e dito para os colegas da empresa.

    • Fazer comentários negativos de colegas ausentes;
    • Rejeitar o trabalho em equipe;
    • Ser antipático;
    • Deixar conflitos pendentes;
    • Ficar de cara fechada;
    • Deixar de cultivar relacionamentos;
    • Não ouvir os colegas;
    • Não respeitar a diversidade;
    • Apontar o erro do outro;
    • Ficar nervoso com a equipe;
    Fonte: Especialistas de carreira (Universia)

    terça-feira, 6 de julho de 2010

    Inscrições abertas para o curso:


    LIDERANÇA DE PESSOAS
    Transformando líderes em gestores de pessoas


    Seja um líder de alto nível, mobilize pessoas para conquistar resultados

    Na atualidade um dos maiores desafios na liderança é o real entedimento sobre os conceitos básicos de Gestão de Pessoas. As empresas querem e precisam de profissionais competentes, eficientes e efetivamente envolvidos com os objetivos da organização. Visando capacitar os gestores na arte de administrar os talentos de forma integrada e estratégica, o curso busca promover o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais para administrar mudanças, solucionar conflitos, promover a alta performance de profissionais e equipes e, consequentemente, alcançar os objetivos organizacionais.

    Veja mais no link curso: LIDERANÇA DE PESSOAS

    quinta-feira, 1 de julho de 2010

    FINANCIAL REPORT - Salto Calculado

    A Weigel Coaching está na 4ª Edição da Revista Financial Report - Especial Risco, confira algumas partes da matéria abaixo.
    Errata: na identificação da entrevistada, o correto é coach e não coaching, que é o processo.